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Aspectos Econômicos |
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Agir é necessário e traz benefícios |
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Não é fácil medir o custo que o álcool, as drogas e o tabaco trazem para a empresa e para a sociedade, mas é fato que o prejuízo é muito alto. Acidentes de trabalho, excesso de faltas do colaborador, baixa produtividade e até furtos dentro da empresa podem estar ligados ao uso de substâncias psicoativas no universo empresarial. |
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Em entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo, o médico psiquiatra Ronaldo Laranjeiras lembrou que “de diretores a auxiliares, todos podem ter problemas” com álcool e drogas dentro das empresas. |
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No Brasil, faltam pesquisas sobre o impacto das drogas no orçamento da empresa, mas, se tivermos como parâmetro a sociedade norte-americana, a situação é alarmante: na última década, a perda em produtividade das empresas relacionada ao uso de drogas no ambiente de trabalho chegou a U$ 70 bilhões. |
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Investimento |
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Por outro lado, empresas que investiram em programas de prevenção, tratamento e controle do uso de drogas no ambiente de trabalho descobriram que este é, sim, o caminho certo. |
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Os aspectos mais visíveis são diminuição do número de atrasos e faltas, diminuição de custos com assistência médica, melhoria da saúde e da segurança no ambiente de trabalho e, inclusive, redução de furtos e até tentativas de extorsão. |
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Prevenção é fundamental |
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No Brasil, um importante estudo feito a respeito do uso de álcool e de drogas no local de trabalho foi uma pesquisa realizada pelo SESI (Fridman e Pellegrini, 1995) em 23 empresas gaúchas, num universo de 51.600 funcionários. O trabalho concluiu que a prevenção é fundamental, uma vez que: 35% do total dos funcionários apresentavam problemas decorrentes do uso de álcool; e que 54,7% dos trabalhadores das empresas tinham menos de 34 anos. Os índices de recuperação mostraram-se animadores, girando em torno de 80%. |
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Experiências* |
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Experiências em organizações que investem em programas mostram bem o impacto da adoção de políticas efetivas sobre o uso de drogas no universo empresarial: |
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Infraero |
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O programa de prevenção e recuperação, instituído em 1991, atendeu até este ano cerca de 110 funcionários, dos quais 90% se livraram da dependência química. |
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Sesi-RS |
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De 1994 a 2000, graças ao Projeto de Prevenção ao Uso de Drogas no Trabalho e na Família, houve redução de 16% no número de fumantes; o consumo de álcool, considerando sua freqüência e a quantidade consumida, diminuiu 12,5%; 131 trabalhadores abandonaram as drogas ilícitas; as faltas por motivo de doença ou incapacitação caíram, em média, 10%; o número de trabalhadores que costumavam se atrasar diminui de 7,2% para 5%; e a empresa passou a ser a primeira fonte de informação sobre drogas para 82% dos trabalhadores. |
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Volkswagen |
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É de cerca de 60% o índice de recuperação de dependentes químicos que participam do programa de prevenção e tratamento. As internações hospitalares por dependência química despencaram de 150 para seis -números referentes, respectivamente, ao primeiro trimestre de 1996 e ao mesmo período de 2002. Em três anos consecutivos, houve redução de 58% das horas não-trabalhadas.
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*(Jornal: Folha de S. Paulo - 13/03/03) |
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Benefícios do Programa |
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A implantação de um programa como o Viva Consciente é vista pelas empresas como um investimento, com retorno financeiro. À medida que o programa altera comportamentos danosos, ele gera redução de despesas internas que são facilmente calculáveis. |
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Diminuição dos índices de acidentes de trabalho;
Diminuição de taxas e custo com seguros;
Diminuição dos índices de atrasos e absenteísmo;
Diminuição de custos com assistência médica, inclusive de familiares;
Melhoria nos índices de saúde e segurança no ambiente de trabalho;
Maior comprometimento de funcionários em recuperação;
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